ESG no agro é gestão de risco em um ano safra desafiador.
Juros elevados, mais seletividade do crédito, eventos climáticos extremos e aumento expressivo de recuperações judiciais colocaram o agronegócio brasileiro diante de um dos ciclos mais complexos dos últimos anos.
Nesse contexto, a ÓGUI analisou os relatórios de sustentabilidade de 10 grandes empresas do agro brasileiro (Forbes Agro100) para entender como o setor está tratando riscos climáticos, cadeia de valor, governança, acesso a capital — e, principalmente, onde ainda existem lacunas relevantes entre narrativa, estratégia e desempenho econômico-financeiro.
O resultado foi um material que ultrapassou o formato de artigo e se tornou um e-book técnico, que mostra, com dados e benchmark:
• como ESG pode (e deve) funcionar como ferramenta de gestão de risco e previsibilidade;
• porque a qualidade do reporte influencia acesso a crédito, custo de capital e confiança do mercado;
• quais padrões já estão consolidados no setor e onde estão as oportunidades de amadurecimento;
• o papel do relatório de sustentabilidade em anos de maior pressão econômica, especialmente para empresas que reportam por ano safra.
ESG no Agro: Gestão de Riscos e Confiança de Mercado em Ano Safra
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Na ÓGUI, a gestão ESG é tratada como instrumento estratégico para melhorar a eficiência das empresas, reduzir assimetrias de informação e sustentar decisões em ciclos desafiadores.