Materialidade é o processo que ajuda a transformar a agenda ESG em prioridades claras e executáveis.
Em empresas com operações complexas e múltiplas demandas regulatórias, a materialidade cumpre um papel muito prático: apoiar equipes na decisão sobre onde concentrar esforços, indicadores e recursos, com base em impactos reais, riscos e expectativas dos stakeholders.
Na ÓGUI, o processo de materialidade é conduzido de forma estruturada e aplicada, combinando:
• análise de contexto regulatório e setorial;
• mapeamento dos impactos ao longo da operação;
• escuta de stakeholders internos e externos;
• avaliação de severidade e probabilidade dos impactos.
Esse foi o caminho seguido pelo Grupo OCQ, um dos maiores grupos empresariais do setor químico da América Latina. Com 23 empresas atuando em diferentes segmentos da indústria química, o grupo atende múltiplos mercados e perfis de clientes, com operações distribuídas e elevada complexidade regulatória e operacional.
Nesse contexto, o processo de materialidade resultou em uma base sólida para orientar:
• a priorização da agenda ESG;
• a definição e revisão de indicadores;
• o planejamento de metas;
• a preparação para o reporte em sustentabilidade.
“Conduzimos o processo de Dupla Materialidade para orientar a estratégia ESG do Grupo OCQ, baseando-nos em evidências e na escuta qualificada de stakeholders. Os resultados conferiram clareza e robustez às prioridades, aprofundando a avaliação de impactos e riscos financeiros, além de fortalecer o direcionamento estratégico do negócio.” Túlio Soares – Especialista em ESG no Grupo OCQ
O principal ganho do processo é a clareza operacional: o que precisa ser gerenciado, monitorado e comunicado — e por quê.
Materialidade não adiciona complexidade.
Ela organiza.
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